País
Efeitos da greve geral ainda podem se fazem sentir esta quinta-feira
Os efeitos da greve geral desta quinta-feira ainda se fazem sentir, com destaque para o setor dos transportes, quer aéreo, quer ferroviário.
Foram definidos serviços mínimos, mas a CP avisou que ao longo desta quinta-feira, feriado, podem ainda notar-se constrangimentos na circulação de alguns comboios.
A greve geral provocou constrangimentos em todo o país. O impacto foi mais acentuado nos transportes, nas unidades de saúde, nas escolas e nos serviços públicos.
A greve geral provocou constrangimentos em todo o país. O impacto foi mais acentuado nos transportes, nas unidades de saúde, nas escolas e nos serviços públicos.
A CGTP, que promoveu esta paralisação, garante que o impacto também foi forte no setor privado e que foi maior do que na anterior greve de dezembro.
A estrutura sindical dá como exemplo empresas de vários setores, a Sovena e a Cimpor, onde a adesão foi de 100%; a Bosch onde adesão terá sido e 95%; ou a Galvidro com uma adesão de 88%.
Mas a indústria contraria e diz que a adesão à greve terá sido residual.
O secretário-geral da CGTP diz numa entrevista à RTP que a maioria dos portugueses não se revê no pacote laboral.
PCP, Livre e Bloco de Esquerda associaram-se à manifestação da CGTP com críticas ao pacote laboral.
Já há data para a discussão da lei laboral no parlamento. Será dia 18 de junho, quinta-feira.
A decisão foi tomada ontem, em dia de greve geral.
O governo leva o documento com cerca de 80 páginas à Assembleia da República depois de não ter alcançado acordo na concertação social.
Não há para já garantias de que estas alterações sejam aprovadas, visto que para já nenhum dos dois maiores partidos da oposição se diz disponível para viabilizar a nova lei do trabalho.
O líder do Chega, André Ventura, assegura que a lei laboral será chumbada no parlamento se ficar tal como está.